Esperado em Leiria, ao que parece com um contrato válido por três épocas para rubricar, RAFAEL BASTOS driblou o clube português e terá preferido os ienes de uma aventura nipónica. Pelo que se sabe, pediu mais dinheiro ao Leiria do que o inicialmente acordado para voltar ao futebol português, numa manobra de pressão que envolveu, também, o seu empresário, Adelson Duarte, protagonistas de um jogo perigoso que deve justificar reflexão dos agentes desportivos nacionais.A verdade é que o médio criativo, RAFAEL BASTOS, 24 anos, formado no Bahia, tem sentido dificuldades na gestão da carreira, sucedendo-se experiências pouco consistentes no Cruzeiro, Belenenses, Nacional da Madeira e Vitória da Bahia, onde jogou o último estadual e foi dispensado ainda antes do arranque do Brasileirão. E o mais recente drible do brasileiro em nada o dignifica.

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